sexta-feira, 18 de março de 2016

Calistemo ou "escova de garrafa"




Nome Científico: Callistemon sp
Nome Popular: Escova-de-garrafa, lava-garrafas, calistemo
Origem: Austrália
Ciclo de Vida: Perene

Escova-de-garrafa é o nome popular das plantas do gênero Callistemon.
Este gênero possui 34 espécies catalogadas, sendo que a grande maioria delas é originária da Austrália.
As escovas-de-garrafa apresentam porte arbustivo ou de arvoreta, alcançando de 3 a 7 metros de altura.
Suas folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes, sésseis, perenes e aromáticas, que vão se tornando bronzeadas com o tempo.


No entanto é nas inflorescências que reside o encanto desta árvore, elas tem um formato cilíndrico com numerosos estames, semelhantes às escovas utilizadas para lavar garrafas.

Muito atrativas para os beija-flores, as flores surgem esparsas durante todo o ano e abundantes na primavera.

No verão, elas dão lugar aos frutos, pequenos, lenhosos e bem aderidos aos ramos.
No paisagismo, a escova-de-garrafa se destaca como árvore isolada, principalmente na borda de lagos, onde seus ramos pendentes podem tocar a água graciosamente.

Também presta-se para a formação de cercas-vivas, não compactas, mas muito vistosas se podadas regularmente.

Outras composições podem ser feitas, dada a versatilidade desta planta de aspecto exótico e beleza singular.

Sua rusticidade e baixa manutenção, aliados ao seu crescimento moderado, fazem da escova-de-garrafa a árvore de eleição em muitos projetos paisagísticos.

As espécies mais populares no paisagismo são a C. viminalis e a C. citrinus, mas há muitas variedades e híbridos com flores de coloração vermelha e algumas róseas e brancas também.

Devem ser cultivadas sob sol pleno, não sendo exigentes quanto à fertilidade do solo.
Em geral adaptam-se muito bem a solos encharcados ou secos.

Apreciam o frio subtropical ou mediterrâneo e toleram as geadas e o clima tropical. Podas radicais não são toleradas.
Adubações anuais estimulam uma intensa floração.

Multiplicam-se por sementes e por estaquia de ramos semilenhosos.
Os pequenos frutos devem ser colhidos e armazenados em sacos de papel, em estufa morna e seca até a liberação das sementes.


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